Por se tratar da base da resiliência em qualquer ecossistema, a conservação da diversidade genética surge como ação garantidora da proteção do patrimônio genético das espécies. Populações que mantém a diversidade genética original apresentam maior capacidade de adaptação às mudanças climáticas, menor risco de doenças genéticas e maior capacidade evolutiva, sendo requeridas estratégias de conservação adequadas, que mantenham o equilíbrio entre população e ambiente e ainda garantam que os processos evolutivos atuem em todo ecossistema. Ao abordar a conservação e diversidade genética especificamente em árvores, propõem-se a reflexão sobre como a manutenção dessa diversidade garante o fornecimento de serviços ecossistêmicos e promove a adaptação e sobrevivência das florestas.