Introdução: A esquistossomose, causada pelo trematódeo Schistosoma mansoni é considerada uma doença tropical negligenciada, que acomete cerca de 250 milhões de pessoas em mais de 55 países, principalmente na África e nas Américas, especialmente no Brasil, afetando, em sua maioria, pessoas em vulnerabilidade socioeconômica. Ademais, não possui vacina e tem apenas o fármaco praziquantel (PZQ) no seu esquema de tratamento. Entretanto, apenas 20% dos infectados recebem tratamento para a doença[5]. Além disso, existe na literatura evidências de cepas do parasita que estão desenvolvendo resistência ao único fármaco disponível há mais de 50 anos[2][4]. Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo fazer uma revisão da literatura e evidenciar a necessidade da pesquisa de novas opções de drogas contra a Esquistossomose.