Introdução: proteínas são moléculas imprescindíveis para o funcionamento normal do organismo, para isso, a proteostase é fundamental para que essas moléculas possam ter uma regulação do seu processo de formação(4). Problemas na degradação de determinadas proteínas podem influenciar no desenvolvimento de doenças neurodegenerativas, como doença de alzheimer (DA) e doença de parkinson (DP), caracterizadas pela agregação de proteínas específicas por erros metabólicos(2). Como resposta medicamentosa, alguns fármacos atuam nesse sistema de regulação para impedir esses erros, um exemplo é a Rivastigmina e Levodopa respectivamente(4). Atualmente, estudos para elucidação de novas terapias para essas doenças neurodegenerativas são realizados, levando em consideração os efeitos tóxicos da substância, sempre com enfoque na saúde do paciente e bem estar coletivo. Objetivo: Este estudo tem como objetivo analisar os mecanismos toxicológicos associados aos fármacos empregados no tratamento de doenças neurodegenerativas, destacando o papel da proteostase na segurança e na eficácia das terapias voltadas para alzheimer e parkinson.