OBJETIVO
Diante desse contexto, a escola passa a ocupar um lugar central nas disputas que emergem em torno da reconstrução territorial, da memória coletiva e dos projetos de futuro para as comunidades atingidas. Partindo dessas considerações, este trabalho propõe refletir sobre a escola como um espaço em disputa em territórios atingidos pela mineração, tomando como referência o caso de Bento Rodrigues após o RBF.