INTRODUÇÃO
A medicina estética, na contemporaneidade, é diretamente influenciada pela constante exposição digital, dessa forma, também é alimentada por redes sociais que divulgam padrões de beleza, muitas vezes, irreais. Dessa forma, surgiu o fenômeno da cultura do corpo perfeito, que é intensificada por filtros, editores de imagem e influenciadores digitais, este movimento por sua vez, criou um novo tipo de pressão estética: não mais baseada na saúde ou no bem-estar, mas na busca por padrões alimentados por imagens manipuladas das plataformas virtuais. Para Camargo e Souza (2024, p. 1) os filtros cunham padrões de beleza inalcançáveis e apresentam uma realidade distorcida do corpo humano”. Esse contexto sociodigital, tem provocado um aumento considerável na procura por procedimentos estéticos e, paralelamente, um crescimento de demandas judiciais por frustração de expectativas.