Pontuamos que os cuidados com a saúde da mulher só foram inseridos nas políticas nacionais nas décadas iniciais do século XX relacionada à gestação e aos partos, mas prevenção da mulher são aspectos essenciais para garantir uma vida saudável. Ao buscar indicios se o fator cultural exerce influência no comportamento delas em relação aos cuidados preventivos com sua saúde, nosso objetivo foi compreender os motivos da não busca pela prevenção e identificar quais influências desse comportamento. A metodologia da seleção da revisão da literatura por meio dos artigos acadêmicos fundamentou teóricamente, contribuindo com o levantamento de dados realizado no banco de dissertações da CAPES-2022-24,Mestrado em Educação. Ocorreu envio de questionários no Google Form para obter dados sobre as percepções, atitudes e práticas das mulheres de diferentes idades, contextos socioeconômicos e culturais em relação à saúde preventiva.Os dados coletados foram analisados por meio de métodos quanti-qualitativos, utilizando a análise estatística e conteúdo. Os resultados confirmam que fatores culturais e socioeconômicos influenciam significativamente a adesão das mulheres aos cuidados preventivos em saúde, pontuam barreiras como sobrecarga de responsabilidades, desinformação e dificuldade de acesso aos serviços. O estudo reforça a necessidade de estratégias educativas e políticas públicas mais sensíveis à realidade feminina local.