O capítulo aborda o conceito de Saúde Única (One Health), destacando a interconexão intrínseca entre saúde humana, animal e ambiental. Analisa a crescente relevância dessa abordagem frente a desafios como globalização, degradação ambiental, emergência de zoonoses e resistência antimicrobiana. O texto critica a formação médica tradicional por sua fragmentação disciplinar, que não prepara adequadamente profissionais para contextos de saúde complexos do século XXI. Argumenta-se pela urgência de reformular currículos, integrando os princípios da Saúde Única para fomentar a colaboração interdisciplinar e uma visão sistêmica. O objetivo é subsidiar a proposição de uma formação médica atualizada, explorando a evolução histórica, implicações na prática e saúde pública, e estratégias educacionais para superar barreiras institucionais e capacitar futuros médicos.