As doenças crônicas: diabetes tipos II, imunodeficientes e cardiovasculares apesar de ser multifatorial, a alimentação exerce um papel central na prevenção e controle. Variações genéticas influenciam na resposta individual de cada paciente aos nutrientes. Nesse cenário, a nutrição personalizada surge como uma estratégia eficiente melhorando o controle glicêmico, modulando a microbiota e melhorando o estresse oxidativo. Dessa forma, perfis genéticos possibilitam uma intervenção mais específica e mais precisa a cada paciente, configurando uma nova forma de controle e prevenção de doenças crônicas.