Este estudo observacional examina a translação das lógicas de atendimento à população em situação de rua no SUS mediante arquitetura computacional híbrida que articula paradigmas determinísticos e probabilísticos na análise de indicadores de saúde mental. A partir da confluência entre os marcos da Reforma Psiquiátrica Brasileira (Lei nº 10.216/2001), da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares e das tecnologias de Inteligência Artificial Generativa, propõe-se modelo de monitoramento contínuo fundamentado na complementariedade entre inferências algorítmicas determinísticas via pipelines Python e Google Apps Script e análises generativas mediadas por Grandes Modelos de Linguagem. Os resultados indicam que a Musicoterapia apresenta eficácia diferencial na redução de sintomas agudos (média de 7,44 pontos comparativamente a 4,99 para outras intervenções) e na consolidação do vínculo terapêutico (correlação r=0,57), sugerindo que as Práticas Integrativas operam como tecnologias relacionais de ancoragem existencial. O estudo argumenta que a governança algorítmica humanizada, fundamentada nos princípios de territorialidade, integralidade e redução de danos, constitui condição de possibilidade para a incorporação ética de tecnologias computacionais no cuidado a populações vulnerabilizadas.