Este trabalho analisa a relevância da gestão da saúde mental e dos fatores de risco psicossociais no trabalho como estratégia de prevenção a doenças ocupacionais. Por meio de uma revisão de literatura qualitativa e documental, discute-se a mudança de paradigma do foco individual para o organizacional, destacando o impacto de fenômenos como estresse e a Síndrome de Burnout. O estudo aborda o suporte normativo brasileiro, como as NRs 01 e 17, e a diretriz internacional ISO 45003. Conclui-se que o mapeamento dos fatores de risco psicossociais é uma obrigação legal e estrutural para garantir a dignidade humana no trabalho.