INTRODUÇÃO: A esquizofrenia (SZ) é definida, pela 5º edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), como um transtorno psiquiátrico grave, de etiologia multifatorial, caracterizada por uma combinação de sintomas psicóticos, prejuízos cognitivos e disfunção psicossocial. É precedida por uma fase prodrômica heterogênea, caracterizada por sintomas subclínicos que envolvem isolamento social, alterações afetivas, distúrbios do sono, autoperturbação e declínio funcional. A literatura científica recente também têm destacado marcadores genéticos e neurobiológicos associados, além de variações de cunho cultural. Entretanto, trata-se de uma identificação precoce desafiadora devido à sobreposição de outros transtornos mentais e à falta de biomarcadores validados. OBJETIVOS: Este trabalho tem como objetivo consolidar evidências sobre o padrão prodrômico da SZ, destacando avanços e lacunas na literatura atual.