Atualmente estudos mostram que a obesidade se consolidou como agravo nutricional associado à alta incidência de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e outros agravos, tais como doenças cardiovasculares, diabetes, osteoartrite, alguns cânceres, dificuldades respiratórias como hiperventilação crônica (síndrome de Pickwick) e apneia do sono, colelitíase, esteatose, refluxo gastroesofágico, transtornos psicossociais e hipertensão arterial sistêmica. Além disso, a obesidade infantil também acarreta sérias consequências que podem se entender até a vida adulta (Pereira; Spyrides; Andrade, 2016; Wannmacher, 2016).