A fratura transtrocantérica do fêmur é uma condição prevalente entre idosos e representa um desafio para a manutenção da funcionalidade e independência. Essa fratura, comumente causada por quedas associadas à senescência e à presença de comorbidades, compromete a mobilidade e eleva o risco de complicações clínicas e sociais. Este capítulo apresenta uma revisão integrativa com o objetivo de analisar as principais estratégias fisioterapêuticas aplicadas no pós-operatório dessa fratura, bem como a contribuição das tecnologias educacionais no contexto da reabilitação domiciliar.