Este estudo psicanalítico analisa o filme “A Professora de Piano” (2001) sob a ótica freudiana e lacaniana, explorando as manifestações do inconsciente, pulsão de morte, fantasia e complexo de Édipo na protagonista Érika. Foca se na patológica dinâmica mãe-filha e na estrutura da sexualidade perversa. A pesquisa qualitativa, teórico-interpretativa, baseia-se em Freud, Lacan, Nasio e Bleichmar, utilizando a obra cinematográfica como via de acesso ao inconsciente.