A arteterapia, uma prática integrativa e complementar em saúde (PICS) oferecida pelo SUS, é uma abordagem terapêutica não convencional. Entretanto, mesmo possuindo o reconhecimento da OMS e da legislação brasileira (PORTARIA Nº 971, DE 03 DE MAIO DE 2006), sua aplicação como tratamento complementar enfrenta barreiras. Sob essa ótica, destaca-se a escassez de literatura científica documentando os resultados e a evolução de pacientes, o que reforça os preconceitos e estereótipos acerca da arteterapia, somando-se a uma oferta irregular da prática no âmbito da saúde pública.