A persistência do racismo estrutural na sociedade brasileira reflete-se diretamente nas desigualdades no acesso à saúde pública, afetando de maneira mais intensa a população negra. Embora a Constituição Federal assegure o direito universal à saúde, a realidade revela um distanciamento significativo entre a legislação e a prática cotidiana, sobretudo nas regiões periféricas e de menor infraestrutura.