O envelhecimento populacional no Brasil é atravessado por determinantes sociais históricos e estruturais, tais como: raça/cor, gênero, classe social, estigmas culturais e vulnerabilidade, que influenciam diretamente os processos de saúde e adoecimento, culminando nas diferentes formas de envelhecimento. O presente estudo discute as interseccionalidades vivenciadas pela população negra brasileira e os impactos em seu envelhecimento através de revisão bibliográfica e dados estatísticos, evidencia-se que o envelhecimento da população negra ocorre de maneira desigual, impactado por racismo estrutural, exclusão histórica, acesso limitado à educação, saúde precária e condições de vida adversas.