O Linfoma Não-Hodgkin (LNH) recidivado representa um desafio clínico relevante, com prognóstico reservado mesmo após quimioterapia convencional. O regime R-CHOP (rituximabe, ciclofosfamida, doxorrubicina, vincristina e prednisona) é amplamente utilizado como terapia de primeira linha, mas sua eficácia em casos recidivados é limitada, frequentemente exigindo o encaminhamento para transplante autólogo de célulastronco hematopoéticas (TACTH).