O envelhecimento populacional no Brasil vem se intensificando nas últimas décadas, impulsionado por múltiplos fatores. Esse novo cenário demográfico demanda atenção especial à figura do cuidador informal, geralmente um membro da família que assume, sem preparo ou remuneração, a responsabilidade pelo cuidado da pessoa idosa. Este estudo tem como objetivo analisar a experiência do cuidador informal no contexto do envelhecimento populacional, com enfoque nos impactos subjetivos e sociais dessa função.