O número de pacientes ostomizados cresce continuamente. Estimativas revelam que cerca de 120 mil cirurgias para construção de estomas são realizadas anualmente na América. No Brasil, a incidência anual é de 15 mil cirurgias, sendo predominante a Colostomia (70%) e as Ileostomias (20%), por fim, as Urostomias (10%). Atrelado a elevada taxa de utilização das ostomias em geral, existem as complicações pós-operatórias precoces e tardias. Objetiva-se identificar as complicações pós-cirúrgicas nos pacientes submetidos ao procedimento de confecção de estoma (ou ostomia) e evidenciar as condutas de enfermagem para redução destas complicações.