Na hodiernidade aprender idiomas é uma necessidade real, seja para fins pessoal, acadêmico e/ou profissional. Embora seja relevante, sua oferta nem sempre é oportunizada durante a Educação Básica. Considerando o contexto de Língua Espanhola, esse acesso reduziu-se drasticamente no cenário brasileiro após a sanção da Lei nº 13.415/2017 e da implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Diante do exposto o trabalho em questão busca apresentar um panorama acerca do ensino de Língua Espanhola (LE) aos alunos do 2º ano do Ensino Médio de uma instituição pública, localizada no interior do Ceará. Busca-se, portanto, verificar, a partir de uma autoavaliação discente, a contribuição da LE na formação do participante, além de averiguar o grau de conhecimento dos alunos antes e depois das disciplinas; sua relevância para a formação pessoal, acadêmica e profissional do educando; além de inquerir acerca da carga horária ministrada. O estudo busca, também, contribuir com as discussões sobre a oferta de Língua Espanhola para os alunos do Ensino Médio. Por fim, verificou-se que a Língua Espanhola foi acessível a maioria dos participantes apenas no Ensino Médio, contribuindo significativamente na formação do participante, além de favorecer a melhoria no grau de conhecimento do idioma.