O crescente avanço da Inteligência Artificial generativa reconfigurou a jornada do consumidor, criando um cenário de risco de invisibilidade algorítmica para as marcas. Neste contexto, o presente artigo teve como objetivo descrever, interpretar e oferecer um guia estratégico para a nova dinâmica de interação digital. Para isso, empregou-se uma metodologia descritivo-exploratória, fundamentada na análise documental de relatórios de mercado, publicações técnicas e dados públicos recentes. Os resultados revelaram uma massiva adoção da tecnologia no Brasil, que coexiste com uma profunda desconfiança, configurando o " Paradoxo da Confiança Brasileiro" . Evidenciou-se a necessidade de uma transição de paradigma do tradicional Search Engine Optimization (SEO) para o Generative Engine Optimization (GEO), abordagem que visa não mais a posição em um ranking, mas a citação direta em respostas geradas por IA. Concluiu-se que a sobrevivência e a liderança na era da IA exigem uma abordagem dual: a execução tática do GEO no presente e a preparação estratégica para o futuro, tendo a construção de confiança e a governança ética como pilares centrais.