Este estudo analisa as vivências de prazer e sofrimento no trabalho de gestão em cooperativas de crédito, com foco nos desafios enfrentados por gestores e suas implicações para a saúde mental e o desempenho profissional. A pesquisa aborda como as demandas laborais influenciam a saúde física e emocional, bem como as estratégias adotadas para lidar com pressões organizacionais. A metodologia adotada foi exploratória, descritiva e com abordagem qualitativa, utilizando levantamento por formulário e entrevistas informais com 20 gestores. Os resultados indicam que burocracia excessiva, falta de autonomia e necessidade de reconhecimento são fatores críticos para o sofrimento no trabalho, enquanto práticas participativas e propósito coletivo geram satisfação. Conclui-se que a gestão em cooperativas de crédito exige competências técnicas e socioemocionais, liderança democrática e capacidade de adaptação às mudanças tecnológicas e regulatórias. Para tanto, o seguinte questionamento será investigado. Como a experiência dos gestores em cooperativas de crédito influencia suas decisões e os resultados organizacionais, em comparação com empresas tradicionais?