Este estudo analisa a exclusão digital de jovens com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 3 de suporte e ausência de fala funcional. Investigou-se o papel das Tecnologias Assistivas (TA) como instrumentos de mitigação da marginalização digital. A metodologia consistiu em pesquisa qualitativa bibliográfica de produções da última década. Os resultados indicam que a exclusão desse grupo é estrutural, agravada pela falta de recursos de Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) e pela carência de formação docente. Conclui-se que a TA é vital para a autonomia, mas sua eficácia depende de políticas públicas que transcendam a oferta de dispositivos, integrando suporte metodológico e acessibilidade sensorial.