O rápido crescimento da Inteligência Artificial Generativa (IAG) introduziu o fenômeno do "AI Slop", caracterizado pela proliferação de conteúdo de baixa qualidade e pela falta de rigor no uso de ferramentas de IA para geração de código. Este artigo examina como o AI Slop se manifesta no desenvolvimento de software e suas consequências para a Experiência do Usuário (UX), exemplificado pelo caso do aplicativo de relacionamentos Sapphos. Projetado como um espaço seguro, o Sapphos saiu do ar em 2025, após três dias devido a uma falha crítica que expôs dados sensíveis dos usuários. A crise, atribuível ao conceito de “vibe coding” (desenvolvimento rápido e não testado), serve como um alerta: quando a saída da IA carece de qualidade e transparência, o resultado é a erosão da confiança e riscos severos de segurança. O design de experiência deve priorizar a mitigação dos riscos do AI Slop, focando na integridade, supervisão humana e segurança.